A poluição eletromagnética, causada pelas radiações eletrotromagnéticas, surge na sequência do uso e/ou exposição continuada a aparelhos elétricos como televisões, computadores, tablets e telemóveis. Apesar de nem sempre termos essa noção, este tipo de exposição comporta riscos. A emissão de campos eletromagnéticos pode alterar o ritmo biológico humano, em especial o sono e as funções imunitárias e nervosas.

Apesar de muitos especialistas garantirem que os estudos até agora levados a cabo não não conclusivos, muitas entidades nacionais e internacionais, como a Deco, a associação portuguesa para a defesa do consumidor, que testou as SAR, sigla de specific absorption rate, as unidades de medida utilizadas, em equipamentos alerta para os perigos da exposição excessiva. Um erro que a grande maioria tende a cometer.

"Na prática, os nossos testes a telemóveis revelam que os modelos atualmente à venda apresentam valores de SAR entre 0,2 e 1,6 W/kg, estando, portanto, muito abaixo do valor máximo fixado pela norma", sublinha, contudo, a Deco Proteste. "Ainda não há estudos suficientes para garantir que a radiação dos telemóveis é totalmente segura mesmo abaixo dos limites estabelecidos", adverte, no entanto, o organismo.

O que pode fazer para se defender

Estes são alguns dos cuidados que deve passar a ter:

- Vista roupa de algodão ou de materiais biológicos sempre que um aparelho esteja em contacto direto com o seu corpo.

- Privilegie móveis e objetos de decoração de madeira.

- Não carregue o telemóvel no quarto e evite ter relógios digitais ao pé da cama.

- Evite a exposição a campos eletromagnéticos e reduza o seu uso, em especial, no quarto.

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