1. Praticar exercício: o exercício deve ser adaptado às necessidades de cada pessoa. Praticar exercício com regularidade permite uma maior resistência e fortalecimento muscular que podem melhorar a capacidade funcional;

2. Aplicação de calor ou frio: é benéfico no caso dos espasmos musculares ou na dor neuropática periférica;

3. Massagens: a massagem deverá ser realizada por profissionais;

4. Educação do doente e do cuidador: os programas de informação adaptados às necessidades do idoso devem incluir informação sobre a etiologia da dor, utilização de instrumentos de avaliação e registo da dor, medicação e estratégias não farmacológicas;

5. Estratégias cognitivas: têm como objetivo alterar as atitudes e crenças do idoso e atenuar a experiência da dor e sofrimento;

6. Distração: a utilização de técnicas como a música, leitura, entre outras, têm demonstrado benefício no controlo da dor crónica no idoso;

7. Alimentação: deve ser equilibrada e rica em de vegetais;

8. Obesidade: no caso da osteoartrose, emagrecer é uma das principais terapêuticas;

9. Pesos: evitar a sobrecarga articular e os traumatismos repetitivos;

10. Álcool e tabaco: evite ao máximo ingerir bebidas alcoólicas e fumar, pois o excesso de álcool e a nicotina exercem uma influência negativa sobre os ossos.

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