Chamamos-lhe “bica”, “cimbalino” ou simplesmente “café”. Gostamos curto, cheio, abatanado, em chávena a escaldar ou a frio. Também pedimos com pingo. Independentemente da modalidade, os portugueses adoram o seu café. Dizem os números: nove em cada dez lusos compatriotas saboreiam, em média, e por dia, um café.

Uma paixão comum no “Velho Continente”. 90% dos europeus adultos consomem café. Rendem-se à cafeína, um revigorante natural presente no cafezinho. Qualquer coisa como 100 mg por chávena.

Entre as propriedades sobre o organismo correntemente atribuídas ao café estão a estimulação da atividade cerebral. Ou seja, uma bebida com efeitos favoráveis sobre, por exemplo, a memória. Na realidade a cafeína produz um efeito imediato sobre o sistema nervoso, cardiovascular e respiratório. Contudo, a sua eliminação pelo organismo é bem mais lenta. Ou seja, o efeito estimulante converte-se, algumas horas mais tarde, numa sensação de fadiga, ligeiro estado depressivo. Resultado: um estado que incentiva o consumo de mais café. Mas atenção, o limite máximo aconselhado é de três chávenas curtas/dia, 300mg.

Embora as provas ainda não sejam conclusivas, há evidências sobre perturbações no sono e na digestão provocadas pelo excesso de cafeína. Estudos indiciam uma ligeira subida na tensão associada ao consumo de bebidas com cafeína.

Já nas crianças, a cafeina (presente, por exemplo, em refrigerantes) pode causar efeitos como a excitação, ansiedade e irritabilidade.

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