O Banco Mundial acrescentou que se trata de estimativas iniciais, baseadas numa resposta internacional rápida e bem coordenada no combate ao vírus Zika.

Mesmo com este pressuposto, a instituição observou que um grupo de países dependentes do turismo, como os das Caraíbas, poderiam sofrer perdas de 1% do PIB, o que exigirá um apoio adicional da comunidade internacional para conter o impacto económico do vírus.

O Banco Mundial também anunciou que vai oferecer 134 milhões de euros para financiar os esforços contra a proliferação da epidemia.

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A verba poderá ser aplicada em projetos que promovam ações de identificação de pessoas em maior risco, melhorias dos cuidados médicos para mulheres grávidas e programas de sensibilização pública.

O Zika atingiu o Brasil, onde mais de um milhão de pessoas podem ter sido infetadas.

O país também foi o primeiro país a relacionar a infeção como possível causa da microcefalia em centenas de crianças recém-nascidas entre o ano passado e o início de 2016.

Na semana passada, a Organização Mundial de Saúde admitiu que há cada vez mais provas de que o vírus Zika é  causador da recente explosão de casos de microcefalia em recém-nascidos.

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