21 de janeiro de 2014 - 10h24
As taxas moderadoras para os vários tipos de urgências hospitalares foram atualizadas de acordo com a inflação e vão subir ligeiramente, já com efeitos a partir de 24 de janeiro. Uma urgência polivalente passa de 20,60 cêntimos para 20,65 cêntimos, escreve o jornal Público.
Nos restantes hospitais, as urgências médico-cirúrgicas passam de 18 euros para 18,05, as urgências básicas de 15,45 para 15,50 e os serviços de atendimento permanente ou prolongado de 10,30 para 10,35 euros.
À taxa moderadora podem ainda ser adicionadas despesas de outros exames complementares, porém o total nunca excederá os 50 euros, como acontecia até agora.
As taxas moderadoras nas consultas nos centros de saúde com o médico de família, ou de enfermagem, assim como nas consultas ao domicílio feitas no âmbito dos cuidados de saúde primários e nas consultas feitas sem a presença do utente também nos cuidados de saúde primários mantêm o preço. 
Já as taxas das consultas de enfermagem feitas nos hospitais passam de 5,15 para 5,20 e as consultas ao domicílio de 10,30 para 10,35 euros. As consultas de especialidade nos hospitais são afetadas pela inflação mas o utente não vai sentir por causa do efeito de arredondamento
Por outro lado, os hospitais recebem agora menos por cada urgência. De acordo com a nova tabela de preços, uma urgência polivalente (nos hospitais centrais, como o de Santa Maria, em Lisboa, e o de S. João, no Porto) passa de um preço tabelado de 112,07 euros para 107,59 euros.
Já uma urgência básica diminuiu dos 31,98 euros para 30,70 euros, enquanto uma urgência médico-cirúrgica passou de 56,16 para 53,91 euros.
SAPO Saúde

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