"Este menor não deveria ter morrido (...) A Justiça deve esclarecer as circunstâncias homofóbicas deste drama", declarou o embaixador francês para os direitos LGBTQIA+, Jean-Marc Berthon, à rádio France Inter.

Lucas suicidou-se no último sábado (7), em Golbey, no nordeste do país.

Na ocasião em que o jovem sofreu assédio na escola, a família chegou a notificar o ocorrido às autoridades educacionais.

Lucas e a sua mãe "relataram provocações no início do ano letivo em setembro", que a escola com ensino secundário Louis-Armand levou "a sério", permanecendo "atenta diariamente", disse a instituição.

Após a morte do adolescente, a sua escola disponibilizou assistência psicológica a alunos e professores, como parte do movimento para "lutar contra o bullying", relembrou a mesma fonte.

O ministro da Educação, Pap Ndiaye, expressou a sua "determinação de prevenir qualquer forma de intimidação" e disse que "nenhuma criança deveria encontrar o suicídio como a última saída", escreveu no seu Twitter.

A advogada da família, Catherine Faivre, contou à AFP que, antes de avaliar se prestarão queixa à Justiça, os pais de Lucas "querem enterrar o seu filho em paz".

O funeral será realizado no próximo sábado (14), na cidade de Épinal.

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