Em declarações à agência Lusa, o presidente do Sindicato dos Médicos, Jorge Paulo Roque da Cunha, comentou desta forma a informação avançada na quinta-feira pela Administração Central do Sistema de Saúde, segundo a qual foi concluído o processo de avaliação de 51 novos médicos de família, que serão distribuídos por 23 agrupamentos dos centros de saúde de todo o país.

Os concursos, para o SIM, são importantes para a consolidação da carreira, quer ao nível da contratação, quer da progressão profissional.

O dirigente do SIM considerou que a medida agora anunciada “mitiga a grande falta de recursos médicos”, que resultou das restrições ao acesso à formação académica na última década e meia.

“O princípio que foi retomado há três anos, de contratação médica por concurso, é fundamental para a solidificação da carreira médica, defendeu.

Roque da Cunha salientou que, “além dos concursos que existem para a saída de especialistas (dois por ano), é também importante os concursos a que pode concorrer toda a gente, já que, não havendo restrições, haverá maior possibilidade de mobilidade dos próprios médicos”.

Contactada pela Lusa, a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) indicou que a estrutura terá hoje à tarde uma reunião, na qual este tema será abordado, pelo que remeteu para depois uma posição.

Segundo a informação oficial divulgada na quinta-feira, a entrada em funções destes profissionais permitirá “reforçar a cobertura em médicos de família, com mais 1.900 utentes por médico que venha a ser contratado pelas administrações regionais de saúde”.

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