O gene magro chama-se sirtuína e foi descoberto em 2003. Quando é ativado, o corpo entra em "modo de sobrevivência" ou seja, começa a queimar mais gorduras, a criar músculo e a rejuvenescer as células.

Sabia que há alimentos que ativam o gene magro? Saiba quais em novo livro
Capa do livro "A dieta Sirt", de Aidan Goggings e Glen Matten

Dois especialistas em nutrição britânicos, Aidan Goggins e Glen Matten decidiram investigar a sirtuína. Descobriram que em diferentes partes do mundo houve povos (como os japoneses de Okinawa ou os índios americanos Kuna) que tinham uma dieta à base de alimentos ricos em sirtuína, habitualmente mais magros e saudáveis do que outros povos.

A partir dessa descoberta, os autores criaram uma dieta evolucionária, que inclui os melhores alimentos para "despertar" o gene do emagrecimento - do vinho tinto ao cacau, dos morangos ao café. Faltava apenas testar cientificamente o programa.

No restaurante de um exclusivo health club londrino, ofereceram aos clientes dois tipos de menus: o normal ou o rico em sirtuínas.

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Uma semana depois, o grupo da Dieta Sirt tinha perdido três quilos. No entanto, não perderam apenas gordura: ganharam também massa muscular, o que pode ser um bónus, já que os músculos queimam calorias mesmo enquanto dormimos.

Num livro intitulado "A Dieta Sirt", os autores desenvolvem um plano de eliminação de peso cujo primeiro passo passa precisamente pela ativação deste gene.

Estrelas como o desportista Ben Ainslie, a chef Lorraine Pascale ou a modelo Jodie Kidd admitem já ter aderido a esta dieta.

A edição portuguesa de "A Dieta Sirt" é editada pela "Lua de Papel".

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