O número representa um aumento de mais de 20 mil casos em comparação com os valores contabilizados na terça-feira, enquanto o número de mortes devido à doença covid-19 aumentou ligeiramente, com 678 óbitos nas últimas 24 horas (663 no dia anterior).

No último dia, 17.201 pacientes com covid-19 foram hospitalizados, menos 286 em relação ao dia anterior, e 48.426 pessoas foram considerados recuperadas da doença.

As autoridades russas também anunciaram hoje que não estão a considerar novas restrições para combater a nova vaga de covid-19, apesar de o país verificar um aumento dos novos contágios devido à variante Ómicron do novo coronavírus.

“O sistema de saúde está a resistir, a mortalidade não é maior em relação aos períodos que já atravessámos nos últimos dois anos”, disse Anna Popova, responsável pela agência de saúde russa Rospotrebnadzor, numa entrevista à agência de notícias Ria Novosti.

“O vírus perdeu a capacidade de penetrar no tecido pulmonar”, afirmou ainda Anna Popova, em relação à variante Ómicron.

“E, hoje, não vemos motivos para restrições específicas”, referiu a responsável da Rospotrebnadzor.

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse hoje que “a vida continua”, apesar da situação “difícil” que o país enfrenta, que tem testemunhado recordes de novas infeções nas últimas duas semanas.

Nas mesmas declarações, Putin apelou à “solidariedade” e à “assistência mútua” da população russa, de forma que o país possa ultrapassar esta nova vaga.

Segundo as autoridades de saúde russas, até 28 de janeiro, 79.269.155 pessoas tinham o esquema vacinal completo na Rússia, o que representa 64,4% da população, ainda longe da meta estabelecida pelas autoridades, que pretendem atingir os 80%.

A Rússia totalizou 12.128.796 casos de covid-19 e 332.690 mortes desde o início da pandemia, embora os números da mortalidade possam ser bastante mais expressivos.

A covid-19 provocou pelo menos 5.686.108 de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse (AFP).

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

A variante Ómicron, que se dissemina e sofre mutações rapidamente, tornou-se dominante do mundo desde que foi detetada pela primeira vez, em novembro, na África do Sul.

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