O conselho de administração do CHTMAD, que agrega os hospitais de Vila Real, Chaves, Régua e Lamego, explicou, em comunicado, que “tendo em conta a necessidade de otimizar a capacidade de resposta destas unidades hospitalares, o Ministério da Saúde autorizou desde fevereiro de 2016 a contratação de 15 especialistas”.

Foram fixados no centro hospitalar como especialistas sete médicos internos e mais oito externos à instituição.

Estes especialistas foram admitidos através da celebração de contrato individual de trabalho, por tempo indeterminado e destinam-se a diferentes especialidades: um de cirurgia plástica e reconstrutiva, um de pneumologia, três de medicina interna, dois de pediatria, um de cirurgia geral, um de cardiologia, um de nefrologia, um de psiquiatria, um de reumatologia, dois de otorrinolaringologia e um de anestesia.

“Apesar das dificuldades sentidas na contratação de profissionais de saúde para o interior do país, estas recentes contratações foram conseguidas através da negociação com a tutela e visam sobretudo colmatar as necessidades de recursos humanos em algumas especialidades no CHTMAD”, explicou a administração.

No entanto, ressalvou que “esta realidade ainda não é suficiente para dar resposta às necessidades desta instituição, especialmente na área da anestesiologia”, mas considerou que “é o início de um percurso que possibilitará aumentar os níveis de eficiência do CHTMAD e consequentemente o aumento da produção em diferentes áreas”.

Por fim, a administração referiu que “algumas medidas atualmente implementadas na área da saúde, nomeadamente a redução de horário para as 35 horas, não têm tido impacto na assistência prestada à população”.

“Aliás, os recursos em apreço serão para ficarem alocados a todas as unidades do centro hospitalar, nomeadamente Lamego, contrariando, desta forma algumas declarações vindas a público que, erradamente, referem a intenção de, entre outras medidas, pretendermos encerrar camas. A intenção, quer do conselho de administração, quer da tutela, é precisamente o contrário, aumentarmos a oferta de serviços”, sublinhou.

De acordo a administração, “a tutela tem-se mostrado empenhada em inverter esta situação de gestão de recursos humanos no sentido de minimizar as assimetrias de acesso à saúde, sendo no entanto necessário reforçar políticas de incentivo para fixar mais profissionais de saúde nas regiões do interior do país”.

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