Em comunicado, a ARSLVT adianta que o projeto-piloto dos cuidados de saúde oral nos cuidados de saúde primários vai ser alargado a mais 12 centros de saúde durante o segundo ano de implementação.

Para a presidente do conselho diretivo da ARSLVT, Rosa Valente de Matos, os resultados alcançados no primeiro ano são "muito positivos", sublinhando que este projeto é "um excelente exemplo dos cuidados de proximidade" que se pretendem prestar aos utentes.

Integram o projeto, a Unidade de Saúde Familiar do Monte da Caparica e os centros de Saúde de Mafra-Ericeira, Lourinhã, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Azambuja, Rio Maior, Cartaxo, Salvaterra de Magos, Moita e Fátima.

“As consultas de saúde oral refletem o nosso investimento numa equipa de saúde composta por médicos, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas, dentistas e outros profissionais. Com este projeto piloto apostámos na promoção da saúde, sobretudo dos utentes mais vulneráveis”, acrescenta Rosa Valente de Matos, citada no comunicado.

Nos primeiros três meses do projeto, até dezembro, foram abrangidos os doentes portadores de diabetes, neoplasias, patologia cardíaca ou respiratória crónica, insuficiência renal em hemodiálise ou diálise peritoneal e transplantados. Desde o início deste ano, todos os utentes daqueles locais passaram a poder ser referenciados para consultas de Medicina Dentária.

De acordo com a informação facultada à Lusa pela assessoria da ARSLVT, a maioria das consultas foram concedidas a doentes isentos, sendo que uma minoria foi submetida ao pagamento da taxa moderadora equivalente a um total de sete euros.

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