Segundo aquela agência da ONU, há cerca de 3,6 milhões de haitianos afetados pela crise alimentar, dos quais 1,5 milhões estão em situação grave.

Para Charpantier Cedric, coordenador regional do Programa Alimentar Mundial (PAM) no Haiti, a desvalorização da moeda no Haiti, o fenómeno do El Nino, a seca e a falta de estabilidade sociopolítica no país, contribuíram para aquela “grave situação”.

“Devido fundamentalmente à seca muitas zonas do Haiti perderam até 70% das colheitas, das quais dependem 70% da população”, afirmou Charpantier Cedric.

O Haiti vive há vários anos uma crise política, que dificulta uma resposta coordenada à grave crise alimentar que assola o país.

O Governo dos Estados Unidos anunciou terça-feira que vai doar 11,6 milhões de dólares para ajudar o país.

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