A Ordem dos Enfermeiros (OE) defende que não se deve iniciar, para já, a vacinação das crianças dos 5 aos 11 anos, mas sim aguardar por uma maior evidência científica quantos aos custos-benefícios a médio e a longo prazo.

No parecer enviado à Direção-Geral da Saúde, a OE sublinha que "os benefícios de saúde individuais decorrentes da vacinação de crianças saudáveis serão 'limitados', face aos dados conhecidos até ao momento, e que, por isso, a prioridade se deve centrar na vacinação de pessoas adultas da forma mais célere possível", informa em comunicado.

"A OE recorda que todos os estudos indicam que 'ao vacinar adultos se reduz o risco de exposição das crianças e adolescentes', e, por outro lado, o Comité do Medicamento de Uso Humano da EMA 'ainda não reuniu consenso quanto à utilização de alguma ou algumas das vacinas disponíveis nas crianças', acrescenta.

"Considera a OE que o benefício da vacinação para as crianças entre os 5 e os 11 anos não constitui, por si, fundamento bastante para o processo de decisão", conclui.

A COVID-19 provocou pelo menos 5.165.289 mortes em todo o mundo, entre mais de 258,29 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

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