Em comunicado, divulgado à imprensa, a OMS refere que a missão, de apoio ao Alto-Comissariado para o Combate à Covid-19, avaliou a capacidade de produção de oxigénio e o fornecimento elétrico das cinco fábricas existentes no país.

As maiores dificuldades registadas, segundo um especialista da Build Health International, Steve Mtewa, “foram a falta de peças de reserva, assim como a qualidade da eletricidade”.

“Esta é uma missão muito importante para o país assim como para a OMS”, disse o representante da agência da ONU na Guiné-Bissau, Jean-Marie Kipela, salientando que a atual pandemia reforçou a necessidade de dispor de oxigénio no país.

O representante da OMS na Guiné-Bissau admitiu também a possibilidade de ser instalada uma nova fábrica de produção de oxigénio no Hospital Nacional Simão Mendes, principal unidade de saúde do país.

A Guiné-Bissau registou desde o início da pandemia um total acumulado de 6.103 casos de covid-19 e 135 vítimas mortais.

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