O sal figura, surpreendentemente, na nova lista de superalimentos para este ano, apresentada pela empresa de estudos britânica Mintel no seu relatório global de alimentação e bebidas para 2017. Não o sal tradicional mas as novas versões deste tempero provenientes de regiões desérticas da África do Sul e dos Himalaias. «O sal de mesa tem por base o [cloreto de] sódio, que aumenta a pressão sanguínea e os riscos de ataque cardíaco», afirma Rick Hay.

Este cientista especializado em segurança alimentar e nutricional enaltece, contudo, os novos tipos de sal, provenientes de regiões desertas da África do Sul e dos Himalaias que chegam a ter menos 35% de sódio e importantes quantidades de sais minerais essenciais sem alteração de sabor, como é o caso Oryx Desert Salt, que pode ser adquirido online.

Ao contrário das versões de sal pobre em sódio já disponíveis no mercado, estes novos temperos têm a vantagem de serem mais grossos e apresentarem uma textura mais granulada, que faz com que se use uma menor quantidade para condimentar os alimentos. «Como, devido à sua origem, são menos processados por natureza, os minerais que integram, como o magnésio, o potássio e o zinco, ficam mais biodisponíveis para o organismo», assegura.

Além deste ingrediente, a nova lista de superalimentos para 2017 inclui ainda uma nova geração de adoçantes, que tem uma função probiótica, à base de inulina. Um frutano, polissacarídeo da frutose com uma unidade de glicose terminal, presente em vegetais e leguminosas como o grão, a raiz da chicória, as bananas, os espargos e as lentilhas, que na sua versão concentrada está a ser utilizado como substituto (mais) saudável do açúcar tradicional.

O óleo de noz, a par do de amêndoa, do de caju e do de avelã, os cogumelos-chaga (Inonotus Obliquus) e as groselhas negras também figuram na lista dos ingredientes a privilegiar ao longo dos próximos 12 meses. Veja a galeria de imagens que se segue para descobrir, com maior pormenor, os benefícios nutricionais de todos estes superalimentos. A lista de 2016 incluía ingredientes como as sementes de chia, a couve kale, o kéfir, a farinha de banana e o arroz negro.

Texto: Luis Batista Gonçalves

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