Uma declaração política foi adotada pela assembleia geral da ONU, onde se sublinhou a necessidade de ajudar consumidores de drogas por injeção, trabalhadores sexuais, homossexuais, pessoas transgénero e prisioneiros que estejam sob risco de contração do VIH.

A epidemia de HIV tem estado em declínio ao longo da última década, mas ainda existem 36,7 milhões de pessoas no mundo que vivem com o VIH/sida, na sua maioria na África subsariana.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou aos delegados que “a sida está longe de ter acabado” e que o mundo tem uma oportunidade nos próximos cinco anos para “alterar radicalmente a trajetória da epidemia”.

O secretário-geral da ONU apelou ao tratamento e ao cuidado “sem discriminação” de todas as pessoas que vivem com o VIH. De forma específica, apontou “jovens, migrantes, mulheres e raparigas, trabalhadores sexuais, homens que têm sexo com outros homens, pessoas que injetam drogas, pessoas transgénero e prisioneiros”.

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A declaração política assenta no plano anterior da ONU, aprovado há cinco anos, mas agora enfatiza o cuidado com os mais vulneráveis à infeção do VIH.

A Federação Russa, ao fim de terça-feira, solicitou mudanças ao novo foco, acrescentando referências à legislação nacional no que se refere a homossexuais, consumidores de droga e prisioneiros, informaram diplomatas e grupos da sociedade civil.

As propostas russas foram rejeitadas por receio de poderem permitir à Federação Russa, ao Irão e a outros países, que criminalizam a homossexualidade, negarem tratamentos e cuidados a homossexuais.

A ministra da Saúde russa, Veronica Skvortsova, afirmou durante a reunião que os governos têm o “direito soberano” de decidir a sua estratégia de saúde pública.

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