Há fragilidades “na cadeia de frio e precisamos de melhorar a nossa gestão”, disse Benigna Matsinhe, diretora nacional adjunta de Saúde Pública de Moçambique na cerimónia abertura da formação, em Maputo.

Uma unidade sanitária pode não ter vacinas, que, no entanto, existem no respetivo depósito provincial, ilustrou a dirigente, considerando que este é um cenário frequente.

Noutras ocasiões, os frigoríficos que conservam as vacinas avariam por causa de peças avariadas que são simples de substituir, mas o problema acaba por só ser resolvido tardiamente, quando uma ação de supervisão passa pela unidade. Entretanto, sem frio, as vacinas ficam inutilizadas.

A formação tem como objetivo preparar os gestores de cadeia de abastecimento para resolverem estes e outros problemas, disse a diretora nacional adjunta de saúde pública.

A ação acontece no âmbito do Programa Alargado de Vacinação (PAV) do Ministério da Saúde (Misau), sendo que Moçambique introduziu várias vacinas no PAV, o que se reflete na redução da mortalidade infantil.

Os dados mostram que a taxa de mortalidade infantil tem caído ao longo dos anos, situando-se atualmente em 64 por cada 1.000 nados vivos, segundo dados oficiais do Governo.

“É um sinal de que as crianças morriam de sarampo, pneumonia, diarreias e outras doenças, agora prevenidas por vacinas”, concluiu Benigna Matsinhe.

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