"Faz todo o sentido, em nosso entender, que se mantenha a convenção na área da consulta", disse o governante, salientado que a decisão foi tomada de acordo com Ordem dos Médicos.

Manuel Brito, que falava aos jornalistas, no Funchal, à margem da apresentação do 3.º Programa de Saúde 2014-2020, considerou, no entanto, que em setores como a cirurgia e a imagiologia o modelo a seguir será o da contratualização.

"Primeiro, vamos fazer um esforço para esgotar completamente a capacidade instalada [no serviço público]. A partir daí, se não conseguirmos dar resposta, vamos partir para um modelo de contratualização", vincou.

Indicando que o momento é de transição de um modelo para outro, o secretário da Saúde considerou que a contratualização é uma forma "mais rigorosa e controlada".

"No entanto, mantemos a convenção para a área das consultas, porque nos parece que é aquela que se ajusta melhor à nossa realidade, mantendo-se o preço e o formato tal e qual como está", disse.