A notícia é avançada pelo programa de televisão da RTP "Sexta Às 9".

Isabel foi obrigada a regressar ao seu local de trabalho, apesar de praticamente não ser capaz de falar nem andar e de de ser alimentada por terceiros. Segundo a RTP, Portugal não está a cumprir as recomendações europeias relativas à composição das juntas médicas que avaliam as incapacidades, uma vez que no início de 2008 a lei passou a obrigar que estas passassem a ser compostas por médicos, o que não acontece.

Aos 16 anos, Isabel foi diagnosticada com uma doença degenerativa do foro psiquiátrico. As competências para trabalhar como auxiliar do jardim infantil foram-se reduzindo.

A 1 de abril de 2011, a psiquiatra do centro hospitalar que acompanha Isabel emite um primeiro relatório, concluindo que a doença psiquiátrica impossibilita Isabel de exercer a atividade profissional e aconselha, por isso, a aposentação.

Isabel entra de baixa e é chamada a uma junta médica que remete para outra consulta de psiquiatria. Pouco tempo depois Isabel tem dois acidentes vasculares cerebrais. Em fevereiro deste ano, Isabel volta a ser chamada para uma junta médica, onde voltou a não ser considerada apta para trabalhar.

Atualmente, para avaliar pedidos de aposentação por incapacidade as juntas são compostas por um professor universitário, um representante da segurança social e um representante da ADSE, todos com formação médica.

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