De acordo com fonte do gabinete do ministro da Saúde, a Inspeção Geral das Atividades em Saúde (IGAS) está neste momento a acompanhar o desenvolvimento da investigação do hospital.

Fonte do Garcia da Orta disse à agência de notícias Lusa que o conselho de administração pediu uma averiguação ao caso e que antes da sua conclusão não se irá pronunciar.

O caso ocorreu no domingo, quando um utente morreu após esperar cerca de três horas para ser visto por um médico e apesar de ter uma pulseira amarela (a terceira mais grave de cinco) que, de acordo com a Triagem de Manchester, define uma espera até 60 minutos.

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