Os hospitais de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) têm meio ano para criar quase 150 camas para doentes urgentes e voltar a níveis pré-crise. A notícia é avançada hoje pelo Diário de Notícias.

Esta é uma das grandes novidades da reorganização da rede de cuidados de saúde hospitalar da maior região de saúde do país. A medida é publicada hoje no Diário da República.

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Este aumento procura dar resposta ao envelhecimento da população, invertendo a tendência de eliminação das camas dos doentes agudos nos últimos anos.

O documento assinado pela secretária de Estado da Saúde, Rosa Valente de Matos, determina que o número de camas para agudos na zona da capital deve subir das atuais cerca de oito mil para 8149 até ao final de setembro, o mesmo patamar de 2011, quando a troika iniciou a intervenção em Portugal.

Nesse ano, existiam 8153 camas hospitalares na região, escreve o referido jornal.

Especialistas consultados pelo jornal indicam que o envelhecimento da população, com doentes mais idosos e com várias doenças crónicas a chegar às urgências, vai agravar os tempos de resposta e de espera no futuro.

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