A mesma fonte indicou à agência Lusa que o primeiro dia da paralisação convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (Sintap) registou 1% de adesão nos centros de saúde do arquipélago.

A paralisação nacional começou hoje às 00:00 e prolonga-se até às 24:00 de quinta-feira.

Anteriormente, Maria Clara Oliveira, delegada sindical do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (Sintap) no Hospital de Ponta Delgada, em São Miguel, afirmou à Lusa que a adesão à greve dos trabalhadores do setor público da saúde estava a registar até às 12:00 de hoje entre 60% e 70% na maior unidade de saúde do arquipélago.

A greve, convocada pelo Sintap, reivindica a aplicação do regime de 35 horas de trabalho semanais para todos os trabalhadores, progressões na carreira, o pagamento de horas extraordinárias vencidas e não liquidadas e aumentos salariais "justos que travem a degradação salarial".

O reforço dos recursos humanos nos quadros e pessoal dos hospitais EPE e a possibilidade de inscrição na ADSE para todos os trabalhadores e a celebração de acordo coletivo para os trabalhadores com contrato individual de trabalho, são outras das medidas que o sindicato exige do Governo.

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