O Governo vai abrir hoje concurso para contratar 1.234 médicos que terminaram a especialidade nas áreas hospitalar, de medicina geral e familiar e de saúde pública, confirmou o Ministério da Saúde.

Para o Centro Hospitalar de Lisboa Central, que integra o S. José e a Maternidade Alfredo da Costa, onde ocorreram há 15 dias demissões de chefes de equipa, estão atribuídas 54 vagas para os novos médicos que concluíram a especialidade há cerca de três meses.

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O Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra poderá receber 47 vagas novos médicos.

No Centro Hospitalar e Universitário do Algarve há vagas para 41 novos especialistas, estando definido o mesmo número de vagas para o hospital do Espírito Santo de Évora.

Segundo o despacho, foram abertas 37 vagas para o Centro Hospitalar de Leiria, 36 para o Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, que integra os hospitais S. Francisco Xavier, Egas Moniz e Santa Cruz, e 34 vagas para o Centro Hospitalar Lisboa Norte, que inclui o Hospital Santa Maria e o Hospital Pulido Valente.

Neste concurso foram ainda abertas 34 vagas para o Centro Hospitalar Tondela-Viseu e 30 para o Hospital Garcia de Orta, em Almada.

Centros de saúde também beneficiados

Ao todo, o Governo autoriza a abertura de concurso para 856 médicos de várias especialidades hospitalares, sendo 17 delas para a área da saúde pública.

Foi ainda publicado em Diário da República o diploma que autoriza a abrir vagas para 378 novos especialistas em medicina geral e familiar para ocupar lugares em centros de saúde e unidades de saúde familiares.

Relativamente à medicina geral e familiar, o maior número de vagas foi aberto na Administração Regional de Saúde (ARS) de Lisboa e Vale do Tejo (195), seguido da ARS Norte (67) e da ARS Centro (62).

Nos últimos dias, várias estruturas médicas tinham contestado a contratação de médicos aposentados para o Serviço Nacional de Saúde (SNS) antes da abertura dos concursos para os recém-especialistas que concluíram há meses a sua formação.

A Ordem dos Médicos, Sindicato Independente dos Médicos, Federação Nacional dos Médicos e Associação das Unidades de Saúde Familiar exigiam que a contratação de médicos aposentados só fosse feita após a colocação dos mais de mil médicos recém-especialistas que concluíram a sua formação especializada há mais de três meses.

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