Um estudo publicado na revista mSphere é o primeiro a demonstrar que a resposta imunitária de uma mulher pode ter efeitos nocivos no cérebro do feto em desenvolvimento e influenciar a probabilidade de a criança desenvolver autismo.

"Acreditamos que a resposta imunitária da mãe ao vírus da herpes HSV-2 pode afetar o desenvolvimento do sistema nervoso central do feto, aumentando o risco de autismo", explicou Milada Mahic, cientista do Centro de Infeção e Imunidade da Universidade de Columbia em Nova Iorique, autora principal deste estudo.

As causas do Transtorno do Espectro Autista permanecem mal compreendidas e os cientistas acreditam que a condição tem origem numa combinação de influências genéticas e ambientais.

Os investigadores acreditam que o risco de autismo nas crianças não está diretamente ligado à infeção do feto, porque neste caso poderia ser fatal.

De acordo com os cientistas, esse risco está associado a uma reação do organismo da mãe ou a uma reativação da infeção somada a uma inflamação perto do útero.

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