Segundo o vice-presidente Carlos Chaves Monteiro, o município da Guarda vai prestar o serviço com recurso a uma empresa de saúde ‘online', que "vai ser contratada para o efeito".

O projeto-piloto arrancará em colaboração com uma freguesia, que ainda não está decidida, que disponibilizará à empresa que prestará o serviço de saúde "um terminal de internet, onde o médico terá acesso ao paciente".

"E, com certeza, iremos dar prevalência a freguesias que não tenham uma extensão do centro de saúde, em primeiro lugar, depois, também a distância ao centro da cidade, como o número de habitantes e de utentes que podem beneficiar desse serviço", disse o vice-presidente da Câmara Municipal da Guarda aos jornalistas, na segunda-feira, à margem da reunião quinzenal do executivo.

Carlos Chaves Monteiro indicou que cerca de 29 das 43 freguesias do concelho reúnem condições para acolher o projeto, mas só uma irá ser selecionada para o seu arranque.

"Sendo certo que esta medida, revelando uma boa prática de satisfação de necessidades públicas", poderá ser estendida posteriormente a outras freguesias, admitiu.

Segundo o responsável, a prestação de serviços nesta área já está aprovada pelo município da Guarda e, nos próximos quinze dias, o executivo decidirá qual é a freguesia rural que irá acolher o arranque do projeto.

"A partir daí, é fazer a adjudicação e iniciar os aspetos logísticos e começar a prestar o cuidado de saúde com a empresa, que é uma empresa profissional do ramo", concluiu o vice-presidente da autarquia da Guarda.

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