Em resposta a um requerimento entregue na Assembleia da República pelo Bloco de Esquerda, o Ministério da Saúde esclareceu que "se prevê que durante os anos de 2017/2018 todos os utentes do Centro de Saúde do Bombarral tenham médico de família".

Segundo a tutela, o problema deverá ser minimizado ainda este ano, uma vez que foram atribuídos cinco médicos ao Agrupamento de Centros de Saúde Oeste Norte, ao qual pertence o Bombarral, e um outro profissional foi transferido de Óbidos para o Bombarral, o que permitiu atribuir médico de família a 1.900 utentes.

Dos 13 mil utentes, quatro mil estão sem médico de família, estando por isso em falta dois destes profissionais.

Em relação à extensão de saúde do Pó, encerrada em 2009, o Ministério da Saúde informou que não está equacionada a sua reabertura, uma vez que tem apenas 739 utentes inscritos quando o número de utentes por médico é de 1.900.

No requerimento entregue em outubro, o Bloco de Esquerda alertava que "é imperioso avaliar a situação vivida no Bombarral e tomar iniciativas urgentes", uma vez que os quatro mil utentes sem médico de família têm dificuldades no acesso aos cuidados de saúde.

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