"Há um compromisso por parte do primeiro-ministro, que criou um grupo de trabalho onde esta questão vai ser rapidamente resolvida, porque neste momento não podemos ter este passivo", afirmou o chefe do executivo regional, durante uma visita ao Centro de Saúde da Ribeira Brava, na zona oeste da Madeira.

A dívida de 15 milhões respeita a serviços prestados pelo Serviço de Saúde da Região Autónoma da Madeira (SESARAM) a setores que são pagos pelo Estado, como as Forças Armadas, a Polícia de Segurança Pública e a Guarda Nacional Republicana.

"Esta verba não foi incluída no orçamento de Estado, mas é uma verba que, em termos de financiamento do SESARAM, é fundamental", vincou Miguel Albuquerque, sublinhando que o Governo Regional também reclama 10 milhões de euros de receita da sobretaxa do IRS cobrada na região.

O governante salientou, por outro lado, que, apesar dos constrangimentos financeiros resultantes do Plano de Ajustamento Económico e Financeiro (2012-2015), o executivo continua a investir no setor da saúde, tendo já orçamentadas obras de remodelação nas urgências do Hospital Central do Funchal e em vários centros de saúde.

Miguel Albuquerque lembrou também que vão ser aplicados nove milhões de euros na construção de um novo Centro de Saúde em Câmara de Lobos, concelho a oeste do Funchal.

O chefe do executivo referiu-se, por outro lado, à convulsão ocorrida recentemente no SESARAM, com a substituição da presidente do conselho de administração e do diretor clínico, afirmando que o setor "tem de estar tranquilo" apesar das mudanças.

"As políticas não se vão alterar e não há nada para inventar", disse, salientando que têm "de dialogar com os profissionais” e ter “alguma calma".

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