As autoridades bolivianas desmentiram na quarta-feira os boatos acerca de um suposto "arroz de plástico" produzido no país, na tentativa de tranquilizar a população e deter a queda nas vendas que já vai nos 50%.

Além da Bolívia, as imagens geraram preocupação no Equador, México, Peru e Colômbia, entre outros países importares de arroz.

O arroz está a ficar cada vez menos nutritivo e este é o motivo
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Há algumas semanas começou a circular na Bolívia um vídeo que mostrava um operário a introduzir objetos de plástico numa máquina. No final da linha de produção, apareciam recipientes cheios de partículas brancas semelhantes a grãos de arroz.

Autoridades garantem que arroz é próprio para consumo

Logo depois, foi noticiado que no departamento de Pando, na fronteira com o Peru, se vendia arroz de plástico, o que foi desmentido de imediato pelas autoridades locais.

Outros vídeos caseiros, supostamente gravados na regiões de Chuquisaca (sudeste), Cochabamba (centro) e Potosí (sudoeste) mostram pessoas a tostar grãos de arroz com cores "estranhas", o que tem contribuido para a proliferação de falsos rumores, alertam as autoridades.

O vídeo que mostra a "fabricação de arroz de plástico" circula na internet - em várias línguas - desde novembro de 2016. Em 2011 já havia boatos sobre a existência de "arroz de plástico" na China.

Entretanto o Serviço Nacional de Saúde Agropecuária e Alimentar (Senasag) da Bolívia já veio garantir que o arroz vendido nos mercados do país é legítimo e próprio para consumo.

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