O autarca denuncia, em comunicado, que aquele Centro Hospitalar, que serve 700 mil utentes a sul do Douro, “tem as obras de construção do novo edifício paradas por falta de luz verde do Governo”.

Pinto Moreira defende ainda que “esta autorização é essencial para o lançamento do concurso público da empreitada, para a qual o Centro Hospitalar tem já garantidos 5,3 milhões de euros, referentes à realização do capital estatutário, seis milhões de euros provenientes de fundos comunitários e dois milhões de euros resultantes do compromisso assumido pelo Presidente da Câmara Municipal de Gaia”.

O autarca considera “fundamental e urgente” dar continuidade à construção do novo edifício e à segunda fase da obra que contempla a instalação do Serviço de Urgência Geral, Unidade de Emergência Médica e as Unidades de Cuidados Intensivos e Intermédios, Serviço de Gastrenterologia e Unidade de Broncologia.

No documento, o autarca recorda que a primeira fase do novo edifício hospitalar, que incluiu a construção global do edifício, as ligações com os pavilhões existentes e a instalação do Serviço de Imagiologia, já está concluída e foi inaugurada em maio pelo secretário de Estado da Saúde.

A 20 de maio, o secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado, assegurou que as obras seriam comparticipadas por fundos comunitários.

No final do mês, o Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho viu aprovada a candidatura a seis milhões de euros de fundos comunitários, destinados a assegurar a segunda fase das obras de reabilitação que incluem um novo serviço de urgência.

Com uma duração prevista de 18 meses, a segunda fase irá compreender a compartimentação, acabamentos, instalações técnicas e a conclusão de mais três pisos que irão incluir os serviços de urgência geral, unidade de emergência médica, unidades de cuidados intensivos e intermédios, unidade de AVC, serviço de gastroenterologia, serviço de broncologia, conclusão do serviço de imagiologia e conclusão das acessibilidades e arranjos exteriores.

A primeira fase do novo edifício hospitalar, inserida no Plano de Reabilitação do CHVNG/E com três fases, teve um custo de 13 milhões de euros, sete milhões dos quais financiados por fundos comunitários.

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