Os 27 membros da União Europeia (UE) vão discutir na terça-feira se aceitam os 210 milhões de euros de ajudas da Comissão Europeia para compensar os produtores de frutas e legumes afetados pela crise da bactéria E.coli na Alemanha.

A Comissão Europeia está confiante em obter a maioria qualificada necessária para aprovar uma proposta de ajudas, apesar de serem consideradas insuficientes pelos países mais prejudicados, como é o caso da Espanha.

"Acreditamos que seja possível atingir um acordo", disse hoje um porta-voz da Comissão, explicando que mesmo que o objetivo de Bruxelas seja convencer o máximo número de estados, vão considerar suficiente uma maioria qualificada.

O comissário europeu da Agricultura, Dacian Ciolos, subiu a oferta de compensações na semana passada de 150 milhões de euros inicialmente proposta para 210 milhões de euros, que vão cobrir até 50 por cento das perdas do setor.

Contudo, vários países, como a Espanha, solicitaram que a cobertura ascenda a entre 90 por cento e 100 por cento das perdas.

A votação das ajudas propostas vai efectuar-se num comité composto por técnicos dos ministérios da agricultura dos 27, em Bruxelas.

Os países que considerem insuficiente esta compensação só poderão bloquear a proposta se tiverem uma maioria qualificada, segundo as mesmas fontes, e recordaram que, se a iniciativa não for avante, será necessário iniciar um processo mais complexo que poderá atrasar a entrega das ajudas.

Bruxelas calcula que, se houver uma aprovação, a Comissão Europeia vai receber estimativas de danos dos estados membros até 22 de julho e estará em condições de começar a entregar as compensações antes do final desse mês.

14 de junho de 2011

Fonte: Lusa/SAPO

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