O diário britânico The Guardian refere na sua edição de hoje que resultados de análises ao sangue, diagnósticos de cancro e outros documentos partilhados entre o hospital e os médicos de família foram armazenados por engano num armazém pela Shared Business Services (SBS), uma empresa subcontratada.

O jornal indica que o erro se iniciou em 2011 e foi descoberto em março de 2016. O Departamento de Saúde informou que está a decorrer um inquérito, mas até ao momento não existem provas de que os doentes tenham sido prejudicados.

Diversos líderes da oposição já pediram explicações ao Governo, com o líder liberal democrata Tim Farron a considerar este episódio como “uma perturbante perda de informações pessoais e privadas”.

O Departamento de Saúde britânico e a companhia francesa Sopra Steria são coproprietárias da SBS.

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