Segundo o comunicado, Assad, 55 anos, e a mulher, fizeram o teste após registarem sintomas ligeiros semelhantes aos da covid-19.

Assad e Asma "prosseguirão o seu trabalho durante o período de isolamento no domicílio, que vai durar duas ou três semanas", acrescentou o comunicado.

A Síria, que na próxima semana assinala 10 anos de guerra, registou quase 16.000 casos de infeção pelo SARS-CoV-2 nas partes do país controladas pelo Governo, assim como 1.063 mortes associadas à covid-19, mas presume-se que os números serão muito superiores devido ao número limitado de testes realizados.

A campanha de vacinação começou no país na semana passada, mas não foram divulgados dados do processo.

O ministro da Saúde disse que o Governo adquiriu vacinas junto de um país amigo, que não nomeou.

O anúncio surge depois de notícias nos 'media' israelitas e internacionais divulgarem que Israel pagou à Rússia 1,2 milhões de dólares (um milhão de euros) para fornecer vacinas contra a covid-19 à Síria, em troca da libertação de uma mulher israelita detida em Damasco.

Damasco negou o negócio e a Rússia não comentou.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.588.597 mortos no mundo, resultantes de mais de 116,4 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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