No seu comunicado diário, aquela entidade acrescenta que foram realizadas, nas últimas 24 horas, 1.179 análises nos dois laboratórios de referência da Região, localizados nas ilhas de São Miguel e Terceira.

Os casos diagnosticados referem-se a um homem de 34 anos, e duas mulheres de 20 e 25 anos, “não residentes na Região e provenientes de ligação aérea com território continental português, que realizaram teste de despiste ao SARS-CoV-2 prévio ao embarque com resultado negativo e cujo teste efetuado após o sexto dia produziu resultado positivo”.

A Autoridade de Saúde açoriana adianta ainda que o outro caso identificado reporta-se a um homem de 60 anos, “residente na Região, que, por apresentar sintomas, foi testado para covid-19, com resultado positivo, estando internado no Hospital do Divino Espírito Santo, de Ponta de Delgada”.

“No âmbito da investigação epidemiológica deste caso, foram diagnosticados cinco casos positivos, correspondentes a contactos de alto risco, que estão em isolamento, designadamente um indivíduo do sexo masculino, de 37 anos, e quatro indivíduos do sexo feminino, com idades compreendidas entre 42 e 56 anos”.

No boletim de hoje há ainda a assinalar a recuperação de um homem de 26 anos, elevando para 222 os casos recuperados na Região.

Até ao momento, foram detetados na Região 351 casos de infeção pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, que causa a doença covid-19.

Há atualmente 64 casos positivos ativos, dos quais 39 em São Miguel, 12 na Terceira, um na Graciosa, quatro no Pico, cinco no Faial, dois em Santa Maria e um na ilha das Flores.

Desde o começo da pandemia morreram 16 pessoas na região com covid-19, todas em São Miguel.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e quase 40 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 2.181 pessoas dos 99.911 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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