"Estes são os primeiros resultados do inquérito lançado pela Ordem, na passada terça-feira, para conhecer a real situação dos enfermeiros que estão na linha de defesa da pandemia" revelou a OE em comunicado, em que refere que com 18 mil respostas, verificam-se 322 Enfermeiros infetados e 1.750 afastados de funções, em vigilância ativa em casa.

Estes profissionais aguardam o resultado do teste ao novo coronavírus, que provoca a doença COVID-19.

Em apenas 48 horas, 18.306 enfermeiros responderam ao formulário, o que corresponde a cerca de 40% do número de enfermeiros que trabalham no Serviço Nacional de Saúde (SNS), segundo a mesma fonte.

"Ainda assim, com uma amostra mais pequena, os resultados confirmaram as suspeitas da OE, de que os dados que estão a ser avançados estão aquém da realidade", atesta a Ordem.

O Porto é a cidade com maior número de enfermeiros infetados com o SARS-CoV-2 (104), seguida de Lisboa (62), Coimbra (46) e Braga (26).

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de um milhão de pessoas em todo o mundo, das quais cerca de 54.000 morreram.

Dos casos de infeção, cerca de 200.000 são considerados curados.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 246 mortes, mais 37 do que na véspera (+17,7%), e 9.886 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 852 em relação a quinta-feira (+9,4%).

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