Há cerca de duas semanas que os dados mostram um aumento dos números no país, que lidera as estatísticas a nível mundial.

Este é o terceiro dia consecutivo em que o país regista mais de mil mortes diárias, o que não acontecia desde o início de setembro.

Há duas semanas, os Estados Unidos ultrapassaram pela primeira vez, com quase 80 mil casos, o registo de infeções diárias contabilizado, até então, em meados de julho.

O total de mortos nos Estados Unidos desde o início da pandemia é de quase 235 mil e o de infetados superior a 9,6 milhões.

A pandemia foi um dos principais assuntos do confronto entre os candidatos à Casa Branca, o republicano Donald Trump e o democrata Joe Biden, durante a campanha presidencial, cujos resultados finais ainda estão a ser apurados, com recontagens a decorrer ainda em alguns estados-chave.

Em parte por causa da pandemia, dezenas de milhões de norte-americanos votaram pelo correio este ano, registando-se um recorde, e esses boletins demoram mais tempo para serem contados.

Na prática, a pandemia mergulhou o país na pior crise de saúde pública desde a gripe espanhola de 1918 e na pior recessão desde a crise de 1929.

O presidente do Banco Central dos Estados Unidos (Fed) disse, na quinta-feira, que o recente aumento de casos era “uma preocupação particular” para a economia.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,2 milhões de mortos em mais de 48,1 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência de notícias France-Presse (AFP).

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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