Desde o início da pandemia, Portugal registou 6.254 mortes associadas à COVID-19 e 378.656 casos de infeção. Em relação a segunda-feira, contam-se mais 63 óbitos, 2.436 infetados e 5.222 recuperados. Ao todo há já 304.825 casos de recuperação assinalados relacionados com a doença em território nacional.

O Norte, com 1.047 novos casos, é a área do país com mais novas notificações, com 43% do total de diagnósticos nas últimas 24 horas em Portugal.

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relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24h00 de ontem, indica que a região Norte é a que regista o maior número de mortes acumuladas relacionadas com o vírus SARS-CoV-2 com 2.941 óbitos (+15 do que ontem), seguida de Lisboa e Vale do Tejo (2.156 +26), Centro (889 +17) e Alentejo (173 +4). Pelo menos 64 (=) mortes foram registadas no Algarve. Há 21 (=) mortes contabilizadas nos Açores. Na Madeira registam-se 10 óbitos (+1) associados à doença.

Em todo o território nacional, há 3.095 doentes internados, menos 63 que ontem, e 508 em unidades de cuidados intensivos (UCI), mais 6 do que na segunda-feira.

De acordo com o boletim da DGS sobre a situação epidemiológica, existem 67.577 casos ativos da infeção em Portugal – menos 2.849 que ontem - e 86.334 pessoas em vigilância pelas autoridades – mais 1.185.

Imagem do boletim da DGS
Imagem do boletim da DGS

A região Norte é a área do país com maior número de infeções acumuladas, com 195.957 (+1.047), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (122.074 +639), da região Centro (41.671 +428), do Alentejo (9.405 +232) e do Algarve (6.661 +38). Nos Açores existem 1.594 (+13) casos confirmados e na Madeira existem 1.294 (+39).

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Faixas etárias mais atingidas

O maior número de óbitos concentra-se entre as pessoas com mais de 80 anos, com 4.229 (+44) mortes registadas desde o início da pandemia, seguidas das que tinham entre 70 e 79 anos (1.271 +13), entre 60 e 69 anos (514 +2), entre 50 e 59 anos (163 +2), 40 e 49 anos (57 +2) e entre 30 e 39 anos (12 =).

Há ainda cinco mortes (=) registadas entre os 20 e os 29 anos, duas (=) entre os 10 e os 19 anos e uma (=) entre os 0 e os 9 anos.

Os dados indicam que, do total das vítimas mortais, 3.258 são do sexo masculino e 2.996 do feminino.

A faixa etária entre os 40 e os 49 anos é a que tem maior incidência de casos, contabilizando-se um total de 62.879 casos (+ 415), seguida da faixa etária entre os 20 e os 29 anos, com 58.401 (+326), e da faixa etária dos 30 e os 39 anos, com 56.750 (+340).

Desde o início da pandemia, houve 170.035 homens infetados e 208.484 mulheres, sendo que se desconhece o género de 137.

Quadro resumo dos dados epidemiológicos de hoje
Quadro resumo dos dados epidemiológicos de hoje créditos: SAPO

A COVID-19, causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, é uma infeção respiratória aguda que pode desencadear uma pneumonia.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China

Recomendações da DGS

A DGS acompanha a situação da expansão do novo coronavírus e recomenda:

  • Em Portugal, caso apresente sintomas de doença respiratória e tenha viajado de uma área afetada pelo novo coronavírus, as autoridades aconselham a que contacte a Saúde 24 (808 24 24 24). Caso se dirija a uma unidade de saúde deve informar de imediato o segurança ou o administrativo.
  • Evitar o contacto próximo com pessoas que sofram de infeções respiratórias agudas; evitar o contacto próximo com quem tem febre ou tosse;
  • Lavar frequentemente as mãos, especialmente após contacto direto com pessoas doentes, com detergente, sabão ou soluções à base de álcool;
  • Lavar as mãos sempre que se assoar, espirrar ou tossir;
  • Evitar o contacto direito com animais vivos em mercados de áreas afetadas por surtos;
  • Adotar medidas de etiqueta respiratória: tapar o nariz e boca quando espirrar ou tossir (com lenço de papel ou com o braço, nunca com as mãos; deitar o lenço de papel no lixo);
  • Evitar o consumo de produtos de animais crus, sobretudo carne e ovos;
  • Seguir as recomendações das autoridades de saúde do país onde se encontra.

Último balanço mundial

A pandemia do novo coronavírus matou pelo menos 1.703.500 no mundo desde que a OMS relatou o início da doença em dezembro de 2019, na China, segundo o levantamento realizado pela agência de notícias AFP.

Mais de 77.272.040 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da pandemia, dos quais pelo menos 49.095.900 pessoas já são consideradas curadas. Esse número de casos diagnosticados, no entanto, reflete apenas uma fração do número real de infeções. Alguns países testam apenas os casos graves, outros priorizam o teste para rastreamento e muitos países pobres têm capacidade limitada de teste.

Na segunda-feira, 8.800 novas mortes e 534.152 novos casos foram registados em todo o mundo.

Os países que registaram o maior número de novas mortes nos seus levantamentos mais recentes são os Estados Unidos com 1.658 novas mortes, Alemanha (731) e Rússia (561).

Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos, com 319.466 mortes para 18.043.183 casos, segundo o levantamento realizado pela Universidade Johns Hopkins. Pelo menos 6.298.082 pessoas já foram declaradas curadas no país.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 187.291 mortes e 7.263.619 casos, a Índia com 146.154 óbitos (10.076.387 casos), o México com 118.598 mortes (1.325.915 casos) e a Itália com 69.214 óbitos (1.964.054 casos).

Entre os países mais atingidos, a Bélgica é o que apresenta o maior número de mortes em comparação com sua população, com 161 mortes por 100.000 habitantes, seguida pela Itália (114), Eslovénia (114), Bósnia (113) e Peru (113).

A Europa totalizou hoje, às 11:00, 522.990 mortes para 24.154.394 casos, a América Latina e Caribe 486.768 óbitos (14.726.838 casos), os Estados Unidos e Canadá 333.744 mortes (18.555.383 casos), a Ásia 211.870 óbitos (13.477.277 casos), o Médio Oriente 87.439 mortes (3.799.450 casos), a África 59.745 óbitos (2.527.908 casos) e a Oceania 944 mortes (30.795 casos).

Esta avaliação foi realizada com base em dados recolhidos pelos escritórios da AFP junto das autoridades nacionais competentes e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

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