Desde o início da pandemia, Portugal registou 10.721 mortes associadas à COVID-19 e 643.113 casos de infeção. Em relação a domingo, contabilizam-se mais 252 óbitos e 6.923 infetados.

Hoje registaram-se também mais 5.266 doentes recuperados. Ao todo há já 461.757 casos de recuperação relacionados com a doença em território nacional. 

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A região de Lisboa e Vale do Tejo, com 3.111 novos infetados, é a área do país com mais novas notificações, com 45% do total de diagnósticos nas últimas 24 horas.

relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24h00 de ontem, indica que a região Norte é a que regista o maior número de mortes acumuladas relacionadas com o vírus SARS-CoV-2 com 4.131 óbitos (+54 do que ontem), seguida de Lisboa e Vale do Tejo (3.986 +113), Centro (1.821 +56) e Alentejo (556 +21). Pelo menos 172 (+7) mortes foram registadas no Algarve. Há 22 (=) mortes contabilizadas nos Açores. Na Madeira registam-se 33 óbitos (+1) associados à doença.

Em todo o território nacional, há 6.420 doentes internados - um novo recorde de casos -, mais 303 que ontem, e 767 em unidades de cuidados intensivos (UCI), mais 25 do que no domingo, um novo máximo.

De acordo com o boletim da DGS sobre a situação epidemiológica, existem 170.635 casos ativos da infeção em Portugal – mais 1.405 que ontem - e 212.711 pessoas em vigilância pelas autoridades – mais 2.047.

Imagem do boletim da DGS
Imagem do boletim da DGS créditos: SAPO

A região Norte é a área do país com maior número de infeções acumuladas, com 286.319 (+1.975), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (222.108 +3.111), da região Centro (90.357 +1.043), do Alentejo (22.385 +390) e do Algarve (15.326 +261). Nos Açores existem 3.260 (+31) casos confirmados e na Madeira existem 3.358 (+112).

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Faixas etárias mais atingidas

O maior número de óbitos concentra-se entre as pessoas com mais de 80 anos, com 7.214 (+166) mortes registadas desde o início da pandemia, seguidas das que tinham entre 70 e 79 anos (2.200 +50), entre 60 e 69 anos (907 +30), entre 50 e 59 anos (275 +5), 40 e 49 anos (90 +1) e entre 30 e 39 anos (24 =).

Há ainda oito mortes (=) registadas entre os 20 e os 29 anos, duas (=) entre os 10 e os 19 anos e uma (=) entre os 0 e os 9 anos.

Os dados indicam que, do total das vítimas mortais, 5.589 são do sexo masculino e 5.132 do feminino.

A faixa etária entre os 40 e os 49 anos é a que tem maior incidência de casos, contabilizando-se um total de 107.084 (+1.162) casos, seguida da faixa etária entre os 30 e os 39 anos, com 94.208 (+947), e da faixa etária dos 20 e os 29 anos, com 94.947 (+868).

Desde o início da pandemia, houve 290.076 homens infetados e 352.842 mulheres, sendo que se desconhece o género de 195 pessoas.

Quadro resumo dos dados epidemiológicos de hoje
Quadro resumo dos dados epidemiológicos de hoje créditos: SAPO

A COVID-19, causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, é uma infeção respiratória aguda que pode desencadear uma pneumonia.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China

Recomendações da DGS

A DGS acompanha a situação da expansão do novo coronavírus e recomenda:

  • Em Portugal, caso apresente sintomas de doença respiratória e tenha viajado de uma área afetada pelo novo coronavírus, as autoridades aconselham a que contacte a Saúde 24 (808 24 24 24). Caso se dirija a uma unidade de saúde deve informar de imediato o segurança ou o administrativo.
  • Evitar o contacto próximo com pessoas que sofram de infeções respiratórias agudas; evitar o contacto próximo com quem tem febre ou tosse;
  • Lavar frequentemente as mãos, especialmente após contacto direto com pessoas doentes, com detergente, sabão ou soluções à base de álcool;
  • Lavar as mãos sempre que se assoar, espirrar ou tossir;
  • Evitar o contacto direito com animais vivos em mercados de áreas afetadas por surtos;
  • Adotar medidas de etiqueta respiratória: tapar o nariz e boca quando espirrar ou tossir (com lenço de papel ou com o braço, nunca com as mãos; deitar o lenço de papel no lixo);
  • Evitar o consumo de produtos de animais crus, sobretudo carne e ovos;
  • Seguir as recomendações das autoridades de saúde do país onde se encontra.

Último balanço mundial

A pandemia do novo coronavírus matou pelo menos 2.129.368 pessoas no mundo desde o final de dezembro de 2019, segundo um levantamento realizado pela agência de notícias AFP.

Mais de 99.144.230 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da epidemia, dos quais pelo menos 60.174.900 já são considerados curados. Os números são baseados em levantamentos diários das autoridades de saúde de cada país e excluem revisões de institutos de estatísticas, como a Rússia, a Espanha e o Reino Unido.

No domingo, 8.543 novas mortes e 474.710 novos casos foram registados em todo o mundo. Os países que mais registaram novas mortes em seus últimos levantamentos são os Estados Unidos com 1.760 novas mortes, Reino Unido (610) e Brasil (592).

Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos, com 419.220 mortes para 25.127.573 casos, de acordo com o levantamento realizado pela Universidade Johns Hopkins. Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 217.037 mortes e 8.884.577 casos, a Índia com 153.470 óbitos (10.667.736 casos), o México com 149.614 mortes (1.763.219 casos) e o Reino Unido com 97.939 óbitos (3.647.463 casos).

Entre os países mais atingidos, a Bélgica é o que deplora o maior número de mortes em relação à sua população, com 179 mortes por 100.000 habitantes, seguida da Eslovênia (162), da República Tcheca (144), do Reino United (144) e Itália (141).

A Europa totalizou até às 11:00 de hoje 699.965 mortes em 32.075.371 casos, a América Latina e Caraibas 573.797 óbitos (18.210.181 casos), os Estados Unidos e Canadá 438.287 mortes (25.874.233 casos), a Ásia 235.596 óbitos (14.941.122 casos), o Médio Oriente 95.472 mortes (4.569.336 casos), a África 85.306 óbitos (3.442.365 casos) e a Oceania 945 mortes (31.624 casos).

Desde o início da pandemia, o número de testes realizados aumentou drasticamente e as técnicas de rastreamento e despistagem melhoraram, levando a um aumento no número dos contágios declarados.

O número de casos diagnosticados, entretanto, reflete apenas uma fração do total real dos contágios, com uma proporção significativa dos casos menos graves ou assintomáticos ainda não detetados.

Esta avaliação foi realizada com base em dados recolhidos pelos escritórios da AFP junto das autoridades nacionais competentes e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

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