A Sanofi contribuirá com um antigénio: uma versão geneticamente idêntica de proteínas da superfície do novo coronavírus que suscita uma resposta do sistema imunitária quando introduzido no corpo.

A GSK tratará do adjuvante, que se adiciona a uma vacina ou outra terapia para a tornar mais eficaz, reduzindo a quantidade de proteína necessária para funcionar.

As empresas pretendem começar ensaios clínicos na segunda metade deste ano e, se obtiverem resultados positivos, esperam conseguir ter pronta uma vacina até à segunda metade de 2021.

Ambas afirmam, em comunicado, estar comprometidas com fazer chegar uma vacina ao mercado “por via de mecanismos que possibilitem o acesso justo em todos os países”.

A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 145 mil mortos e infetou mais de 2,1 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 465 mil doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 657 pessoas das 19.022 registadas como infetadas.

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