Nas últimas 24 horas foram registados 963 óbitos e 40.904 novas infeções por covid-19 no país.

A média móvel de mortes dos últimos sete dias está em 1.017 e a de contaminações em 35.404.

Os dados mostraram que os registos de novas infeções voltaram a cair, atingindo o menor número desde 5 de janeiro de 2021, quando a média de casos estava em 35.264.

O estado de São Paulo mantém a liderança absoluta em número de mortes e casos no Brasil, com um total de 138.702 vítimas mortais e 4.048.478 casos confirmados da doença.

Em relação às mortes, no segundo lugar surge o Rio de Janeiro (59.110), seguido por Minas Gerais (50.346), Paraná (35.156) e Rio Grande do Sul (33.289).

Já em números totais de casos, o segundo lugar é ocupado por Minas Gerais (1.960.215), seguido pelo Paraná (1.376.644), Rio Grande do Sul (1.363.467) e Bahia (1.192.293).

Embora os números mostrem que a pandemia está lentamente a perder força no país, o Governo brasileiro divulgou dados que mostram uma progressiva ascensão da estirpe delta, mais infecciosa do que as outras mutações do vírus SARS-CoV-2, causador da covid-19.

Segundo dados do Governo brasileiro, o país registou pelo menos 247 casos e quatro mortes pela estirpe delta, identificada originalmente na Índia, mas já presente em pelo menos 132 países e com impacto nos planos de reabertura de atividades económicas na Europa e nos Estados Unidos.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 4.202.179 mortos em todo o mundo, entre mais de 196,5 milhões de casos de infeção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.

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