Os dados fazem parte do último boletim epidemiológico, divulgado hoje pelo Ministério da Saúde brasileiro, e que aponta ainda 74.592 novos casos de infeção nas últimas 24 horas, num total de 15.433.989 diagnósticos positivos de covid-19.

A taxa de incidência da doença no Brasil é hoje de 205 mortes e 7.344 casos por 100 mil habitantes e a taxa letalidade permanece em 2,8%.

O Brasil continua a ocupar a segunda posição mundial na lista de países com mais mortes, depois dos Estados Unidos, e a terceira com mais casos, antecedido também pela nação norte-americana e pela Índia.

Já a nível nacional, o Estado mais afetado do país é São Paulo que, desde a deteção do primeiro caso, em fevereiro do ano passado, concentra 3.053.889 casos de infeção e 102.934 vítimas mortais.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão regulador do Brasil, autorizou hoje o uso de emergência de mais um medicamento contra a Covid-19 no país.

Desenvolvido pela farmacêutica Eli Lilly do Brasil, o fármaco usa a combinação de dois anticorpos monoclonais: banlanivimabe e etesevimabe.

“Banlanivimabe e etesevimabe são anticorpos monoclonais, ou seja, substâncias produzidas em laboratório que, injetadas no organismo, atuam como todos os outros anticorpos presentes no corpo humano, identificando e neutralizando agentes invasores nocivos à saúde”, explicou a Anvisa em comunicado.

A eficácia do medicamento foi atestada por um estudo clínico que apontou uma redução de 70% nos índices de “hospitalização relacionada à covid-19 e de óbitos por qualquer causa”.

Administrados juntos, em dose única, banlanivimabe e etesevimabe são indicados para o tratamento da covid-19 nas formas leve a moderada, em adultos e crianças com 12 anos ou mais e que pesem pelo menos 40 quilogramas, segundo explicações do órgão regulador.

“Esses pacientes devem apresentar ainda alto risco de progressão da doença para a forma grave ou que possa levar à necessidade de internação. A associação não deve ser usada em pacientes que já estejam hospitalizados com Covid-19 ou que necessitem de oxigénio ou ventilação mecânica em seus tratamentos”, frisa o comunicado.

O medicamento em causa não poderá ser adquirido em farmácias e a autorização da Anvisa restringe-se ao uso hospitalar.

Este é o terceiro medicamento aprovado pela agência brasileira. Em março, a Anvisa anunciou o registo do antiviral remdesivir. Já em abril, o Regn-CoV2, um coquetel que contém a combinação de casirivimabe e imdevimabe, foi aprovado para uso de emergência no país.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.333.603 mortos no mundo, resultantes de mais de 160,3 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Um bocadinho de gossip por dia, nem sabe o bem que lhe fazia.

Subscreva a newsletter do SAPO Lifestyle.

Os temas mais inspiradores e atuais!

Ative as notificações do SAPO Lifestyle.

Não perca as últimas tendências!

Siga o SAPO nas redes sociais. Use a #SAPOlifestyle nas suas publicações.