A modelagem, divulgada esta segunda-feira, estimou que até 11 de abril haveria 313.288 infetados pela COVID-19 no país, um número 15 vezes superior ao oficial naquela data, de 20.727 casos confirmados pelo Ministério da Saúde.

O Brasil é um dos países que menos testam no mundo, embora seja o 14.° mais afetado pela pandemia.

O Ministério da Saúde brasileiro e as autoridades locais reconhecem que o número de infetados e até mesmo dos mortos podem ser maiores do que os dados oficiais até ao momento, porque têm-se registado demoras nos resultados. Além disso, os testes são feitos, principalmente, a pacientes com sintomas que procuraram unidades de saúde e, portanto, pessoas assintomáticas ou com manifestações leves da doença não foram diagnosticadas.

O Brasil contabilizou, na segunda-feira, 105 mortes e 1.261 novos casos de infeção pela COVID-19, totalizando oficialmente 1.328 óbitos e 23.430 infetados desde o início da pandemia.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da COVID-19, já provocou mais de 120 mil mortos e infetou mais de 1,9 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Dos casos de infeção, cerca de 402 mil são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

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