Mais de 217.629.220 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da pandemia.

Estes valores têm como base os balanços comunicados diariamente pelas autoridades sanitárias de cada país, a nível global, mas excluem as revisões realizadas posteriormente pelos organismos responsáveis pela realização de estatísticas.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), estima que, tendo em conta a mortalidade direta e indireta relacionada com o covid-19, o balanço pode ser duas ou três vezes superior ao que é registado oficialmente.

Uma parte significativa dos casos menos graves ou assintomáticos continuam por detetar apesar da intensificação dos meios de despistagem, em vários países.

Na terça-feira, ocorreram mais 9.532 mortes e foram registados 620.015 novos casos em todo o mundo.

Os países que contabilizam o maior número de novas mortes nos relatórios mais recentes são os Estados Unidos com mais 1.173 óbitos, Brasil (839) e México (835).

Os Estados Unidos são o país mais afetado tanto em número de mortes como de infeções, com um total de 640.108 óbitos e 39.198.268 casos, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 580.413 mortes e 20.776.870 casos, a Índia com 439.020 mortes (32.810.845 casos), o México com 259.326 mortes (3.352.410 casos) e o Peru com 198.295 mortes (2.150.006 casos).

Entre os países mais atingidos, o Peru é o que lamenta o maior número de mortes em relação ao número total da população, com 601 mortes por 100.000 habitantes, seguido da Hungria (311), Bósnia (299), Macedónia do Norte (285), República Checa (284) e o Montenegro (274).

A América Latina e Caraíbas registam um total de 1.439.815 mortes e 43.267.940 casos, Europa 1.250.797 mortes (63.211.899 casos), Ásia 780.056 mortes (50.246.141 casos), Estados Unidos e Canadá 667.032 mortes (40.695.535 casos), África 196.249 mortes (7.790.864 casos), Médio Oriente 182.494 mortes (12.295.204 casos) e Oceânia 1.720 mortes (121.638 casos).

Este balanço foi realizado com base em dados recolhidos pelas delegações da Agência France Presse junto das autoridades nacionais e de informações da OMS.

Devido às correções feitas pelas autoridades e às publicações tardias dos valores, os números relativos ao aumento nas últimas 24 horas podem não corresponder exatamente aos que foram publicados no dia anterior.

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