José Robalo foi ouvido esta manhã na Assembleia da República pela Comissão de Saúde sobre a demora na reabertura de algumas extensões de Saúde no Alentejo, sobre o surto no lar de Reguengos de Monsaraz (distrito de Évora) e sobre o processo de construção do futuro Hospital de Évora.

Sobre as extensões dos centros de Saúde, o presidente da ARS do Alentejo começou por ressalvar que “não houve qualquer encerramento”, mas sim a “suspensão” de atividade, explicando que tal se deveu à “necessidade de mudar alguns circuitos de circulação e de readaptar instalações “de forma a garantir as condições de segurança aos profissionais e utentes”.

José Robalo adiantou que houve necessidade de readaptar oito extensões e que em cinco “existem dificuldades em criar as condições físicas para a sua reabertura”, apontando como solução alternativa a sua transferência para novo local ou a instalação de contentores nas atuais instalações.

“Gostaríamos de já ter retomado a atividade, mas precisamos de garantir que as condições são asseguradas. Em algumas unidades teremos de fazer grandes alterações e adquirir contentores, provavelmente alugar. Isso está em cima da mesa”, apontou.

No final de julho, a Câmara Municipal de Évora aprovou uma moção a exigir à ARS do Alentejo a reabertura urgente das extensões de saúde das freguesias rurais do concelho ainda encerradas, na sequência da pandemia da covid-19.

No distrito de Évora existem 14 centros de Saúde e 78 extensões.

Portugal contabiliza hoje mais três mortos relacionados com a covid-19 e 802 novos casos de infeção com o novo coronavírus, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Desde o início da pandemia Portugal já registou 1.928 mortes e 70.465 casos de infeção.

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