Numa nota emitida por ocasião do Dia Europeu do Mar, que hoje se assinala, o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) refere que o CODU-Mar recebeu 59 chamadas no ano passado, representando uma média de cinco chamadas por mês e menos 11% face a 2019.

Segundo o INEM, esta redução poderá ter como causa “as restrições de mobilidade impostas pela covid-19, que se traduziram na diminuição da circulação de cruzeiros com turistas, bem como de navios mercantes”.

O INEM indica que a patologia que esteve na origem da maior parte dos contactos com o CODU-Mar foi o trauma, logo seguida de doença, como gravidez, intoxicação e outras, e a evacuação por helicóptero foi a decisão clínica tomada em 34% das ocorrências, seguindo-se o desembarque e as evacuações por barco.

Este organismo explica que é a partir do Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) que é assegurado o aconselhamento médico a situações de emergência que se verifiquem a bordo de embarcações, sendo um serviço que está disponível 24 horas por dia e todos os dias do ano.

De acordo o INEM, o CODU-Mar presta informação sobre os cuidados a prestar, formas de proceder e terapêutica a administrar às pessoas que se encontram em embarcações e, caso seja necessário, pode ainda aconselhar a evacuação do doente e organizar o acolhimento em terra e posterior encaminhamento para o serviço hospitalar adequado.

A atividade do CODU-Mar realiza-se em cooperação com as estações radionavais, estações costeiras, centros navais de busca e salvamento e com a Autoridade Marítima Local (capitanias de portos).

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