Segundo o Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA, na sigla em inglês), “os surtos de doenças voltaram, com mais de 5.830 casos suspeitos de cólera nos 24 distritos afetados pela seca desde janeiro”, antes de referir que “oito áreas enfrentam alto risco de fome localizada”.

“O rápido aumento das necessidades humanitárias requer um aumento maciço (da ajuda internacional) à medida que os parceiros passam de responder à seca para evitar a fome”, destaca o relatório, antes de enfatizar que 213.000 pessoas estão “catastroficamente em insegurança alimentar”.

A agência das Nações Unidas recordou, por outro lado, que o plano da ONU para responder à seca exige 993,3 milhões de dólares (cerca de 966 milhões de euros) para ajudar cerca de 6,4 milhões de pessoas, das quais 3,9 milhões receberam ajuda desde janeiro.

“A escala da resposta e do financiamento (…) não é suficiente para sustentar a vida das pessoas em risco”, concluiu.

O coordenador humanitário da ONU para a Somália, Adam Abdelmoula, alertou no final de junho que mais de 350 mil crianças podem morrer de desnutrição antes de setembro se a situação não melhorar.

“A situação humanitária na Somália continua a deteriorar-se rapidamente”, enfatizou.

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