"O objetivo é agora transferir progressivamente as crianças para estruturas de menor tamanho que tenham um funcionamento virado para a comunidade", afirmou o porta-voz do Serviço Social búlgaro, Georgy Terziyski, citado pela agência de notícias France Presse.

O encerramento deste tipo de albergues, exigido por várias organizações não governamentais e pela União Europeia (UE), começou em 2010, depois da revelação de várias mortes de crianças e casos de pedofilia nos quase 150 centros deste tipo espalhados pelo país.

As denúncias foram quase sempre feitas por meios de comunicação privados.

No auge do período comunista, estes gigantescos "orfanatos" situados em áreas isoladas e afastadas dos centros urbanos recebiam milhares de crianças com deficiências.

O próprio regime estimulava o abandono das crianças com deficiências.

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