Segundo informações oficiais, uma jovem de 20 anos que vivia na cidade de Serrinha, no Rio Grande do Norte, ficou internada em Natal com suspeita de Dengue e problemas respiratórios até morrer em abril do ano passado.

A relação da morte com o vírus Zika foi confirmada apenas agora, após serem conhecidos resultados de exames efetuados à paciente. Em novembro do ano passado, o Governo brasileiro confirmou dois outros óbitos causados pela mesma infeção.

O primeiro deles foi o de um homem de 35 anos, que tinha lúpus e morava no Estado do Maranhão.

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O outro caso aconteceu em Benevides, no Estado de Pará, quando uma adolescente de 16 anos morreu em função de complicações causadas pelo Zika.

Além das mortes no Brasil, um caso de malformação fetal associada ao vírus foi confirmado por um estudo publicado pelo New England Journal of Medicine. O artigo fornece novas evidências da ligação entre o Zika e a microcefalia, ao divulgar pormenores sobre as descobertas de pesquisadores de Ljubljana, na Eslovénia, que encontraram o vírus no tecido cerebral de um feto com microcefalia.

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A criança foi gerada por uma mulher europeia que apresentou sintomas da doença na 13.ª semana de gravidez, quando vivia no Brasil.

Na quarta-feira, investigadores e institutos renomados comprometeram-se a colocar gratuitamente as suas futuras descobertas sobre o vírus Zika, uma prática não habitual no meio científico, justificada pela urgência em saber mais sobre o vírus.

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