A notícia é avançada pela edição impressa desta terça-feira do Jornal de Notícias.

Em quatro anos, a Unidade de Exploração de Informação - equipa ao serviço do Ministério da Saúde especializada na deteção de atos fraudulentos no SNS - já enviou 573 processos para investigação, envolvendo 432 médicos, 189 prestadores de serviços e seis utentes.

O roubo de receitas e de vinhetas médicas, a prescrição abusiva de medicamentos com níveis elevados de comparticipação do Estado e a falsificação de receitas sem conhecimento dos médicos, para a compra de medicamentos em várias farmácias de uma determinada região, são alguns dos exemplos.

A unidade, constituída em setembro de 2012, encontrou ainda suspeitas de conluios entre médicos e farmacêuticos que lesaram o Estado em milhões de euros.

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