Beijar pode melhorar a dentição

O beijo não o mantém longe do dentista, mas ajuda-o a visitá-lo menos vezes. A verdade é que quem beija regularmente produz mais saliva. De acordo com um estudo publicado na revista Applied and Environmental Microbiology, os minerais na saliva removem as partículas de alimentos na boca e protegem o esmalte do dente.

Mas também transmite bactérias

Um beijo apaixonado troca muito mais do que saliva. Na verdade, investigadores descobriram que uma sessão de 10 segundos de beijos pode transmitir até 80 milhões de bactérias entre os parceiros. De acordo com um estudo publicado na Microbiome, os casais que se beijam pelo menos nove vezes por dia acabam por desenvolver uma composição bacteriana bucal semelhante.

Beijos de despedida ajudam a viver mais

Dar um beijo antes de ir trabalhar pode aumentar a esperança média de vida. Arthur Szabo, professor de psicologia na Universidade de Kiel, na Alemanha, concluiu em 1960 que os homens que beijavam as suas mulheres antes de irem para o trabalho viviam cerca de cinco anos mais, faziam 20 a 30% mais dinheiro e estavam envolvidos em menos acidentes de viação. Ao que tudo indica, quem beija vai trabalhar com uma atitude mais positiva.

Mulheres preferem homens sem barba para beijar

As mulheres até podem achar os homens barbudos mais sexy. Há estudos sobre isso. Mas uma outra investigação, de William Cane, autor de The Art of Kissing, indica que 53% das mulheres preferem beijar homens barbeados.

58 horas

O beijo mais longo de sempre foi conseguido na Tailândia (imagem da foto é em Berlim, o famoso beijo pintado por Dmitri Vrubel). Ekkachai e Laksana Tiranarat Tiranarat beijaram-se sem interrupções durante 58 horas, 35 minutos e 58 segundos em 2013, um recorde registado no livro do Guinness.

O beijo mais antigo do cinema

Tem mais de 100 anos. Em 1896, o filme The Kiss com 47 segundos de duração conta com a encenação de um beijo protagonizado por May Irwin e John Rice.

Bate-nariz

O neurocientista Onur Güntürkün estudou beijos durante dois anos e depois de observar centenas deles concluiu que o dobro das pessoas inclina a cabeça para a direita em relação à esquerda. Ou seja, dois terços nas pessoas inclinam a cabeça para o mesmo lado.

Beijo em público introduzido pelos romanos

O hábito de beijar em público, no casamento, por exemplo, para selar um compromisso, foi introduzido pelos Romanos.

A sua imagem própria afeta a escolha de quem beija

Um estudo com centenas de homens e mulheres de várias idades descobriu que quem se acha mais atraente dá mais importância à qualidade do beijo e à escolha do parceiro.

Beijar não é comum a todas as culturas

Há formas de saudação diferentes em todo o mundo. Pelo menos 10 por cento da população mundial não se beija na boca. No Tibete mostra-se a língua e na Gronelândia encostam-se os narizes.

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