O evento em Oliveira do Hospital tem como rei da festa o Queijo Serra da Estrela DOP, ao qual se juntarão centenas de outros produtos locais em mostra, venda e prova no Largo Ribeiro do Amaral, na zona histórica da cidade beirã. Destaque para as provas de queijo e vinhos do Dão, demonstrações de tosquias e fabrico de queijo ao vivo.

Informa o município que na feira estarão “diferentes artesãos do concelho de Oliveira do Hospital que, no palco da tenda Queijo Serra da Estrela, farão demonstrações ao vivo das suas artes”.

Já na “Tenda de Eventos”, como é apelidada serão dinamizadas diversas iniciativas, ao longo dos dois dias, 14 e 15 de março, que complementam a venda de produtos locais e o artesanato.

Neste espaço, os visitantes poderão assistir às demonstrações culinárias com a presença de chefes de cozinha e tendo sempre como base o Queijo Serra da Estrela.

"Fazer uma tampa no queijo para o servir à colher é matá-lo"
"Fazer uma tampa no queijo para o servir à colher é matá-lo"
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Um dos ponto altos do programa passará pela confeção do “maior requeijão Serra da Estrela do mundo” e que será degustado com doce de abóbora.

Para os mais pequenos, estará em funcionamento a “Escolinha do Queijo” com a execução de várias atividades centradas em torno deste produto, assim como ligadas à pastorícia.

Destaque, ainda, para o concurso de gastronomia “Com Queijo Serra da Estrela” que decorrerá no sábado, na tenda de eventos, “com a apreciação das iguarias concorrentes e divulgação dos vencedores, bem como do concurso ´A Maior Abóbora`”, sublinha a autarquia oliveirense.

Refira-se que o Queijo Serra da Estrela, tal como é apresentado pela Direção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural, no caderno de especificações deste produto DOP, “foi introduzido em Portugal pelo povo Romano. Já durante a Idade Média era mencionado nas letras do poeta Gil Vicente. Em 1287, o Rei Dom Dinis criou a primeira queijaria no concelho de Celorico da Beira, na região da Serra da Estrela.
Este queijo representava uma nutritiva e duradoura fonte alimentar, sendo por isso utilizado pelos grandes exploradores durante as suas viagens. Em 1885 chega às cidades de Lisboa e Porto, aumentando a sua fama”.

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